18 de janeiro de 2010

Mais um passo.

A ideia (nova grafia) da criação desse blog veio por parte de um amigo, Fernando César Moura de Andrade Filho, que muito me incentivou e inspirou na minha busca. Como parte de um plano de vida, venho desenvolvendo tarefas que, acredito, proporcionarão a liberdade necessária para atingir meus objetivos.

De primeira, preciso dar créditos a algumas pessoas que já estiveram comigo no começo da minha busca e que ainda estão. Todos meus AMIGOS (qualquer pessoa que me quer bem e acredita em mim) me ajudaram de alguma maneira, sei que muitos deles não têm consciência disso, mas esse fato não minimiza suas contribuições para meu crescimento. É certo que alguns tiveram uma participação toda especial, levei puxões de orelhas de alguns, conselhos de outros e deboches e outros tantos. Gostaria de citar alguns nomes, mas receio de não reconhecer a linha que separaria os citados dos não citados. Então, sem nomes! Uma coisa, porém, há de ser dita, que o aroma de uma flor me leva ao céu e me deita em nuvens do aconchego.

Um fato importante que aprendi nos meus pouquíssimos anos de convivência nesse Planeta é que pouco conseguiria sem minhas relações interpessoais. É da interação com outros seres que consigo modelar minha mente e adicionar blocos de informações de todo tipo e construir a realidade em que mergulho e faço meu jogo.

Para avançar na busca, me dei conta que é preciso, primeiramente, me convencer que sou um ser individual. Integrado com o todo, sim! Como todos nós estamos, mas que apresenta certa liberdade de escolha para a triagem (e por que não criação!) de um caminho. Um ser mais do que pensante, um questionador e caçador de soluções. Para tanto, preciso me conhecer, descobrir quem sou para depois estabelecer novas metas. Como para toda pergunta existem várias respostas corretas, existem várias formas de autoconhecimento e afirmação do ser. A maneira que achei de me descobrir foi de mostrar-me, expondo gradativamente o meu ser. Em primeiro, para os extremante mais íntimos, depois, ao poucos, fui ampliando minha exposição para outros queridos. Uns bem próximos, outros, nem tanto, porém todos de grande confiança.
Dizer em voz alta quem sou permitirá que eu me escute e me conheça.

E assim continua...